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Ele te persegue mesmo depois do fim? Saiba o que fazer legalmente!

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Ele te persegue mesmo após o término? Descubra quais medidas legais você pode tomar para romper esse ciclo de violência pós-relacionamento. Saiba como conseguir uma medida protetiva e voltar a viver em paz.

Quando o fim do relacionamento não é o fim da violência!

Você tentou terminar. Se afastou. Mudou de número. Bloqueou.
Mas ele continua ali. No seu bairro. No seu trabalho. Nas suas redes.
Te olhando. Te seguindo. Te ameaçando — direta ou indiretamente.
Você sente medo até de sair de casa. Medo de estar sozinha. Medo do que pode acontecer.

Se você se identificou, pare tudo agora e leia com atenção: isso tem nome, é crime e você tem como se proteger.

O que é perseguição pós-relacionamento?

Esse tipo de violência é chamado de stalking, ou perseguição obsessiva. Desde 2021, a perseguição é crime no Brasil, com pena de reclusão de 6 meses a 2 anos e multa.
No contexto da violência contra a mulher, ela pode gerar medidas protetivas imediatas, como afastamento do agressor e proibição de contato.

Como identificar se você está sendo vítima de perseguição?

  • Ele aparece “sem querer” nos lugares que você frequenta?
  • Cria perfis falsos para te vigiar nas redes?
  • Fica mandando mensagens mesmo bloqueado?
  • Amigos relatam que ele ainda pergunta de você ou tenta se aproximar?

Tudo isso é violência pós-relacionamento. E você não precisa aceitar mais esse ciclo.

Quais são seus direitos legais?

Você tem direito à proteção imediata. Veja o que é possível fazer:

1. Registrar um boletim de ocorrência

Vá até a delegacia da mulher mais próxima ou registre online (em alguns estados).
Descreva todos os episódios com o máximo de detalhes possível.

2. Solicitar medida protetiva de urgência

Com base na Lei Maria da Penha, é possível pedir afastamento imediato do agressor, além de:

  • Proibição de contato por qualquer meio

  • Distanciamento da sua casa, trabalho e círculo social

  • Suspensão de visitas aos filhos (quando necessário)

3. Acionar o Judiciário com apoio jurídico especializado

Com uma advogada especialista em Direito Penal Familiar, você pode acelerar o processo, organizar provas (prints, vídeos, testemunhos) e garantir que sua segurança seja levada a sério.

“Mas tenho medo de denunciar…”

Você não está sozinha!

Esse medo é legítimo — e comum entre mulheres que sofrem perseguição.
Mas a realidade é dura: quanto mais você se cala, mais ele se sente no controle.

Você merece viver com liberdade. Sem medo. Sem olhar por cima do ombro a cada esquina.

Uma breve análise da Dra. Creuza Almeida – Advogada especialista em Direito Penal Familiar

“É muito comum que o agressor não aceite o fim da relação e tente, de forma obsessiva, manter o controle sobre a vida da mulher.

O que muitas não sabem é que essa perseguição é crime e tem nome: stalking, tipificado pelo artigo 147-A do Código Penal.

Quando essa conduta parte de um ex-companheiro, estamos diante de uma extensão da violência doméstica, o que justifica a aplicação da Lei Maria da Penha para proteger essa mulher.

E é fundamental que ela procure ajuda jurídica o quanto antes, antes que a situação se agrave. O Direito existe para libertar — e não para esperar que o pior aconteça.”

Não espere acontecer o pior…

Você não precisa viver com medo.

Você tem direito à sua liberdade, sua autonomia, seu silêncio sem interrupções.

Busque auxílio jurídico especializado hoje mesmo para construir a sua proteção, ter de volta a sua paz e começar uma nova vida — sem perseguições.