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Descubra como a violência psicológica contra mulheres evolui com o uso de inteligência artificial, incluindo deepfakes, e como a nova legislação brasileira de 2025 agrava as penas para esses crimes. Saiba como identificar, se proteger e buscar apoio jurídico especializado.
Imagine receber um vídeo íntimo seu, que você nunca gravou. Sua imagem, sua voz, mas tudo é falso. Criado para te humilhar, te silenciar, te destruir.
Essa é a nova face da violência psicológica contra mulheres: o uso de inteligência artificial para manipular imagens e áudios, criando deepfakes que simulam situações constrangedoras ou íntimas, sem o consentimento da vítima.
Esses conteúdos são usados para ameaçar, chantagear e isolar mulheres, causando danos emocionais profundos e duradouros.
Em abril de 2025, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 15.123, que altera o Código Penal para agravar em 50% a pena para o crime de violência psicológica contra a mulher quando cometido com o uso de inteligência artificial ou qualquer tecnologia que altere imagem ou som da vítima .
A pena base para esse crime é de seis meses a dois anos de reclusão, além de multa. Com o agravante, a pena pode chegar até três anos de prisão.
Fico feliz que tenha gostado do artigo! Vamos incluir agora as penalidades para o agressor, conforme a nova legislação e o Código Penal. Aqui está a seção revisada e ampliada, que pode ser inserida após o trecho “A lei está do seu lado”:
A violência psicológica contra a mulher é crime e está prevista no artigo 147-B do Código Penal Brasileiro. As penalidades previstas são:
Além da pena de reclusão e multa, o agressor pode ser alvo de outras sanções, como:
A pena pode ser agravada ainda mais se:
A violência psicológica, conforme o Código Penal, é caracterizada por dano emocional que prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento da mulher ou que vise a degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões.
Com o uso de tecnologias como deepfakes, essa violência se manifesta através de:
Casos de deepfakes têm afetado mulheres em diversas esferas, incluindo políticas, ativistas e jornalistas. Em 2024, candidatas brasileiras denunciaram o uso de IA para criar conteúdos pornográficos falsos com suas imagens, visando desacreditá-las publicamente .
Essas práticas não apenas violam a privacidade das vítimas, mas também têm o objetivo de silenciá-las e excluí-las de espaços públicos e de poder.
A Dra. Creuza Almeida, especialista em Direito Penal Familiar, destaca:
“A violência psicológica digital é uma extensão das formas tradicionais de abuso, utilizando a tecnologia para intensificar o controle e a humilhação. A nova legislação é um avanço, mas é fundamental que as vítimas saibam que têm direito à proteção e à reparação. O apoio jurídico especializado é essencial para enfrentar esses crimes e buscar justiça.”
Se você está enfrentando violência psicológica com uso de tecnologia, nosso escritório oferece:
A violência psicológica digital é real e devastadora, mas você não precisa enfrentá-la sozinha. Nosso compromisso é oferecer suporte jurídico e emocional para que você retome o controle da sua vida.
Entre em contato conosco. Estamos aqui para ouvir você, orientar e lutar pelos seus direitos.