Mensagens, áudios e atitudes impulsivas podem acabar sendo usados como prova em investigações criminais. Entenda os riscos e saiba como agir. O maior erro acontece antes mesmo da investigação começar Muitas pessoas acreditam que uma investigação criminal começa apenas quando recebem uma intimação, uma ligação da polícia ou uma notificação judicial. Mas, na prática, em diversos casos, a produção de provas começa muito antes disso. E o mais preocupante: frequentemente é a própria pessoa quem cria elementos que depois poderão ser utilizados contra ela. Mensagens enviadas no impulso, áudios, comentários em redes sociais, tentativas desesperadas de “resolver” um problema, apagamento
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